O SAGRADO E O PROFANO
O bem e o mal, seria? Sai de mim o cheiro do bem e do mal..sigo, sem desejar o sagrado nem o profano. Apenas caminhos... Deixar chegar e invadir como o vento. A janela já se abriu e entra o ar. Parece brisa, mas é bem ou mal? Sem luto.
Não importa...pensamentos..definições...conceitos..caixinhas para guardar definições. Não as quero mais. Limpei as gavetas e jogo fora as caixinhas. Hoje tento . Ser? O que? Significados. Minha alma foge deles para poder voar. Nem hoje ..nem amanhã..tudo sendo único com marcas de ontem.
A vontade vem chegando tímida e tento não seguir sem luto nem euforia. Apenas olhar e sentir, como contemplar o mar no fim de tarde.
Ao redor tudo está. Não como antes , vejo. Construindo sem planejar tudo..sem bem sem mal sem sagrado nem profano. Leve...sinto...vou
Pessoas...lindas, medo ..medo. Ssigo sem mostrar o que não sou. Quem sou? Desculpe-me o transtorno, mas em obras para melhor atender-me.
SILVIA FIGUEIREDO14/07/2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
O FIM E O INÍCIO
O que fazer com o meio se não há meios para voltar.Seria o início o fim ? Ou sempre é? O som do piano confunde meus pensamentos...Faixa preta...controle e tranquilidade aparente.Tudo é frio como meu olhar, minha alma. A morte de uma pessoa querida. A dor..o fim e o início.O amor transcende qualquer dor, qualquer fim. Seja ela da cor que pintarmos. As notas musicais, a poesia. Tudo é poseia. Como transformar morte me poesia? A bula. Onde está? O café esfria, o quarto é um oceano e como ondas as culpas invadem cada célula. A morte, a dor...o FIM e o início.O amor transcende qualquer dor, seja ele da cor que pintarmos.
terça-feira, 29 de junho de 2010
O lado ESCURO da lua
Transitar pela zona de sombra, conhecer o lado obscuro, tudo que se é, mesmo sem desejar. Transitório, transtornado, transformado, transmutado, mas há..E o que fazer.?Não se deseja, mas lá está..., Traições, deslealdade, manipulação, dependências . A lua...ahh a lua tem um lado escuro.
Lua não nega sua sombra...esconder a sombra, sabotar, sem sabor caminhar. Sombra guardada na caixa...dor camuflada. Onde está a coragem. Quem abrirá? Surpresa?
Coragem de ter sombra , encantar pelo todo, ser Lua. Seria acura da insanidade?
Silvia Figueiredo
Transitar pela zona de sombra, conhecer o lado obscuro, tudo que se é, mesmo sem desejar. Transitório, transtornado, transformado, transmutado, mas há..E o que fazer.?Não se deseja, mas lá está..., Traições, deslealdade, manipulação, dependências . A lua...ahh a lua tem um lado escuro.
Lua não nega sua sombra...esconder a sombra, sabotar, sem sabor caminhar. Sombra guardada na caixa...dor camuflada. Onde está a coragem. Quem abrirá? Surpresa?
Coragem de ter sombra , encantar pelo todo, ser Lua. Seria acura da insanidade?
Silvia Figueiredo
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Cárcere
Tudo dentro é vazio. O que cerca é nada. Sem conta , nem dar conta , sem visão. Todo frio e nevoeiro invadem os olhos, boca e nariz.Sofrimento de hoje e amanhã.Amanhã o lamento do ontem.Novamente a Loucura. Onde está o sorriso ? Os olhos entuisasmados? Querem que use venda. Regras, ordens e prescrições. Cães, guardas, cárcere...morte.Lenço com formol, camisa de força. A vida ainda que insana insiste.
VAZIO
O vazio... o azulejo...o eco..tudo dói.Já não sei quem sou... decidem por mim.A vida foge e a ação não vem ao pensamento
Tudo dói.O que fazer? O que escolher?A Loucura me invade, com medo, como um caracol.Um labirinto.Não tenho ações.. decidem por mim...Sinto-me verde
Não tenho ações.Decidem...O branco de azulejo se mistura ao cinza da fumaça e da minha alma.Por que escolhi? Escolhi? Como saber?
Todo vômito me invade... movimento inverso ao desejo.Detenta de mim mesma, não vejo cores... não sinto cheiros.Teria cheiro o labirinto?
Labirinto.Onde ela está? Pobre e iluminada mulher? Ela se roubou.. E agora? Para quem denunciar?Não sabe mais resolver? Não existe certo ou errado... câmera de gás.Não sei fazer. não sei pensar
O silêncio e eco se aliam .E o som do sorriso entusiasmado desaparece
Onde está o caracol? Não o acho no labirinto.Quem é ela? A loucura e o medo.Os insanos atraem com a poesia... E o que é isso:
Entre faixas pretas me enforco... E deixo de ser... mas é preciso..dizem.Coadjuvantes se entorpecem com culpas. pobres insanos...como os amo .E o mar? Onde está a cor. O que fizeram com o sal? Tudo e o nada... sem sabor.Somos assim... o profundo de nós mesmos...o escuro...a surpresa...o feio.E o belo foge por ser fraco
Tudo dói.O que fazer? O que escolher?A Loucura me invade, com medo, como um caracol.Um labirinto.Não tenho ações.. decidem por mim...Sinto-me verde
Não tenho ações.Decidem...O branco de azulejo se mistura ao cinza da fumaça e da minha alma.Por que escolhi? Escolhi? Como saber?
Todo vômito me invade... movimento inverso ao desejo.Detenta de mim mesma, não vejo cores... não sinto cheiros.Teria cheiro o labirinto?
Labirinto.Onde ela está? Pobre e iluminada mulher? Ela se roubou.. E agora? Para quem denunciar?Não sabe mais resolver? Não existe certo ou errado... câmera de gás.Não sei fazer. não sei pensar
O silêncio e eco se aliam .E o som do sorriso entusiasmado desaparece
Onde está o caracol? Não o acho no labirinto.Quem é ela? A loucura e o medo.Os insanos atraem com a poesia... E o que é isso:
Entre faixas pretas me enforco... E deixo de ser... mas é preciso..dizem.Coadjuvantes se entorpecem com culpas. pobres insanos...como os amo .E o mar? Onde está a cor. O que fizeram com o sal? Tudo e o nada... sem sabor.Somos assim... o profundo de nós mesmos...o escuro...a surpresa...o feio.E o belo foge por ser fraco
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